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terça-feira, 2 de abril de 2013

Para alguma coisa há de servir... "temos guardado um silêncio bastante parecido com a estupidez"

São onze horas da manhã, mais cedo e por mais tempo a chuva mergulhou a manhã num tom escuro, livrando o dia, nefasto para ti, do corre-corre desordenado.
É assim que esse campo estéril ilude por vezes a imaginação e os versos do poeta.
Não afirmarei minhas falsas filosofias através de cânticos, pois o objeto descrito não permite o cantar.
O objeto eletrônico aperfeiçoa os métodos, porém, interpreta valores sem dinâmica e de conteúdo miserável.
Olhe aquele olhar que responde ao som natural das coisas apaixonantes. Todo dia, até o pôr-do-sol, saboreia o recuo do dia, carregando a vertiginosa marca da impressão já vivida.
O repouso, a recompensa do tempo em questão, traduz a sedução pela jornada diária deste complexo geográfico.
O pensar e a prática da singela afirmação como ser, movimenta e manifesta o que foi exposto num conjunto de estruturas determinantes.