sábado, 28 de julho de 2012

Deixe de ser nos versos

O mais antigo mito permanece sobre meus atos. Há sentido, somente nas palavras.
Nelas permaneço, sobre elas eu persisto, no sentido traduzido, no reflexo da leitura.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Innatus

Todos os aspectos abordados em um fanzine são envolventes, pois se trata da prática associada ao conhecimento inato.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Vivo de mim mesmo

você diz que eu tenho que fazer assim... 
 - eu lhe digo que não!
certa vez, expliquei o significado e a importância de estar só. Não era símbolos.
também pudera, você só pensava em números.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

sábado, 7 de julho de 2012

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Ainda o problema do fruto: ensaio sobre os problemas da sexualidade


Segue abaixo o trecho do texto-suporte do debate a ser realizado na IX FEIJOADA VERDE de Ourinhos. (Clique no link para ler o texto completo)

Introdução

Não existe, com respeito ao poder, um lugar da grande Recusa – alma da revolta, foco de todas as rebeliões, lei pura do revolucionário. Mas sim resistências, no plural, que são casos únicos: possíveis, necessárias, improváveis, espontâneas, selvagens, solitárias, planejadas, arrastadas, violentas, irreconciliáveis, prontas ao compromisso, interessadas ou fadadas ao sacrifício. (FOUCAULT, História da Sexualidade, p. 106)

O objetivo deste texto é o de ser uma problematização. Uma problematização sobre os modos tradicionais de compreender a noção de “poder” dentro dos temas do discurso libertário. Para escapar aos problemas suscitados por estas abordagens, proponho esta problematização a partir de três pontos específicos relacionados a uma imagem: 1) A mudança do olhar; 2) Da germinação aos frutos; e 3) Serão os frutos comestíveis? No item “1) A Mudança do olhar”, exercito uma estratégia de recuo metodológico na qual tento problematizar a noção tradicional da compreensão do poder e indicar um novo olhar. No item “2) Da germinação aos frutos”, procuro argumentar no sentido de demonstrar como noções como “sexualidade” e “identidade” são “moldadas” por uma rede complexa de interações de poder e como a análise da história da formação destes conceitos pode nos ajudar na compreensão do que “hoje” nos apresentam como “sexualidade” ou “identidade”, ou seja, meros frutos tardios. Por fim, no item “3) Serão os frutos comestíveis?”, tento refletir sobre uma possibilidade de interpretar temas como “sexualidade”, “identidade” etc, de um modo mais coerente com aquela compreensão ampla de poder. Caso minha exposição pareça obscura aos olhos do dogmático, toda incompreensão aqui será bem-vinda! LEIA MAIS

Por Rodrigo Francisco Barbosa

terça-feira, 3 de julho de 2012

Conspirando-me

Vi um homem bem velho sentado em um banco de praça. Como se olhasse para mim, divagando sobre suas expectativas, disse calado:
 - Deve-se notar que nada pode existir no espaço se não existir igualmente no tempo.
Mudo, sem pressão das circunstâncias, concluiu e retirou-se sobre a gigantesca pressão atmosférica.
Breve ao realizar-se no tempo.

segunda-feira, 2 de julho de 2012