sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Só doer (Leminskizo)


verde dor
ou vinde amor
que aterrador
é te perder;
não doer a dor só é
ex-delicia de menta:
i per dor!

Por Rodrigo Francisco Barbosa

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Não acredito que haja apenas uma maneira de viver

"Você acredita mesmo, Lopes, que a sociedade estabeleceu as melhores regras para o jogo da vida? Família, profissão, maternidade, casa própria, endereço fixo, previdência privada, estarão todos de acordo? Não lembro de ter sido consultada."

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

não tão óbvio

os sorridentes da Tiradentes não despertam olhares por falta de dentes.
o sabiá nem percebe o fanático proferindo seu culto ao divino. todos sentados, cabeça baixa, pensamento ao longe...
 - hoje são eles.
...tudo bem; você e eu também passamos por contradições.
as intermitências por vezes aparecem sem aviso prévio.
o homem coxo se cansa do profeta que grita ao microfone, se apodera de suas muletas e muda de banco.
isso tudo acontece sem que alguém faça acontecer...
sem deuses, sem mestres.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

a estrutura preenche e desperta

Cultura; um interesse de nossa existência
o café que tomo com pouco açúcar
transforma-se no modo imperativo da subjetividade
quando se é sujeito

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Franca Mente

Mente amiga minha!
Deix'o mundo ser,
Deix'o mundo vir-a-ser,
Mente!

Por Rodrigo Francisco Barbosa

¡estoy lejo de ti!

Un día, despues de mucho sonido, me desperté junto de tí. Todo és ilusión y la craridad llego.
Hoy yo no tengo ninguna inquietud, solamente la contentacción de ser creativo.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Solidão

O ser sozinho não existe,
Só ele é que não vê
Qu'aqu'entre nós a diferença
D'o Ser sozinho sê'ú prazer.

Por Rodrigo Francisco Barbosa

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Na captura de um pensamento

Imagine uma pessoa afobada, engasgando com o próprio ar.
Ela entra depressa, olhar fixo no atendente. Pergunta sobre duas obras, dessas populares, que não são os clássicos.
Desmotivada pela não existência dos títulos, retoma o fôlego e caminha desiludida na garimpagem da cidade perdida.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Quandé son(h)o


Quand'é céu clareza plena
De punhos mão respir'afroxa
E sem par naveg'escura sala
É da'dor qu'afag'a luz apago.

Por Rodrigo Francisco Barbosa