terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Um espírito confuso

O que eu quero é não perder essa experimentação que temos diante da reflexão do individualismo temporário.
Mas não quero só experimentar coisas sobre as quais não tenho muito controle. Deixo de lado momentaneamente a questão de saber se, em minha opinião, estes ataques são justos ou não, merecidos ou não, e me limito a fixar os termos em debate. 
Confesso não perceber a densidade do sujeito em definição, acentuando o próprio pensamento nos limites estabelecidos pela afluência de várias coisas para um mesmo ponto.
Apesar da aparente maturidade, autonomia e subjetividade, o paradigma individualista reflete sobre mim como uma carga explosiva acerca do sujeito como aspiração do indivíduo.
Ou seja, a relação de transpor sua real intimidade, resulta também, na falta de comunicação temporária capaz de elevar o indivíduo sob um mesmo paradigma supostamente esgotado.
Seria ingênuo pretender resolver integralmente questões tão complexas, mas que, ainda assim, é capaz de criar seus efeitos ao longo desse ideal de autonomia expresso sobre a ideia do sujeito em sua relação com a problemática do individualismo.
Atualmente sinto-me imerso numa triste lembrança ao revelar os fatos que consistem em máximas estabelecidas em todos os tempos e com a prática constante de como é preciso remontar tais fatos em decorrência da dúvida pela razão exposta.
Não sei se onde me encontro hoje seja um exílio; só sei que a solidão deste quarto me devora e estou limitado a viver sobre o domínio de um afastamento forçado ou voluntário.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

O velho no espelho

Olhos nos olhos, como duas criaturas incomunicáveis e solitárias.
Quem sou eu para mim? ...só uma sensação minha.

domingo, 5 de janeiro de 2014

11ª carta à Apolo

Que tipo de pessoa me tornei, Apolo?
Será que por ser esmagado pelas afirmações do tempo não me criei mais sórdido e simplista?
Encorajado por estas questões, Apolo, no que me concerne, não creio que me conduzi obrigatoriamente às monstruosas conclusões de que meus antepassados tenham sido pessoas coercivas.
O que me inclina ao profundo transtorno é, depois de tanto tempo, o resultado da indagação sobre a falta de sentido que nos permite perceber tais formas, extensões, consistências, asperezas e pesos conclusos por meio do contato pessoal.
Queria eu, hoje com mais consciência do que outrora, reconstruir o que com dificuldade conjugo através deste pequeno relato, onde o herói da minha vida, atormentado o suficiente, abriu mão da existência. Condenando talvez, a geração por vir.
Fico profundamente desamparado quando minha imaginação retorna à este ponto, pois o dispositivo disso tudo, declaradamente, são os distintos personagens de uma família ambiciosa e punitiva.
Tenho dificuldade de condená-los, Apolo, pois pra isso teria que dar relevância aos mesmos.
O estigma da palavra é o resultado mais fiel do qual poderei explorar, pois dela expulsarei com ironia as mil faces da manifestação de sentimento aos próprios.
A mais óbvia vantagem que tenho disso tudo, foi me opor à este senso comum de indivíduos interessados em recursos apelativos.
Preservo aqui, nenhum interesse real por esses indivíduos.
Voltarei a lhe redigir parte do processo oferecido ao seu conhecimento, Apolo, pois dividiste comigo a separação do mesmo organismo ainda existente.
Continuo a lhe dizer, a unidade da escrita sentenciará as possíveis afirmações.

sábado, 4 de janeiro de 2014